segunda-feira, 13 de julho de 2009

Até que apareceu o "assento da sanita"

A desestabilizadora, corrosiva, irreverente e agradavelmente ordinária Minhoca Maravilha entra a matar:



Cara Senhora Chefe de Gabinete,
Corja de coirões,
Caros amigos,

Só agora vejo esta troca de missivas onde combinais geriátrico conclave para serôdia sessão de queixas de artroses, vidas madrastas e lipo-aspirações mal-sucedidas. Já Apício tergiversava acerca de opiparos pitéus de vulvas de porcas e vacas e eis, portanto, que não se me afigura descabida a persistente obessão com esses orgãos que tem o nosso anfitrião, a mãe da Paula. Mesmo que o sejam sobre sobre salvífica e rústica serradura acompanhados com zurrapa de uma tasca do Entroncamento, comê-las-á ele! Uns pi-pis com as patinhas e os pescocinhos por cima, ou mesmo uns bicos de pato (ou túbaros) acompanhados de pão regional, ainda vá-que-não-vá...Vejo, não obstante, com agrado tal cimeira pois confesso ter saudades vossas e prometo tudo fazer para estar presente, assim me permita nosso senhor jesus cristo e a malvada hérnia discal que ora me apoquenta. Marcai a data, amigos, que tudo farei para, mesmo a contragosto, poder deglutir em vossa companhia as repugnantes vitualhas com que o bárbaro povo do Entroncamento e o Rui Natário lambem os beiços.

Abraços e beijos deste vosso amigo, agora sim, um declarado velho libidinoso.

JC

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