segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Cartaz comemorativo


Olá

Finalmente envio o cartaz comemorativo do nosso primeiro encontro.

Fiquei feliz de vos ver felizes…

Beijos

Gisela Cid

domingo, 26 de julho de 2009

Silvicultor pouco, autoriade nem por isso

Encontro o Xico no meu caminho para mais uma sessão de corrida no paredão de Oeiras. Um abraço sela o nosso encontro imprevisto. Pergunto pela sua família. Não responde. Faz um suspiro como quem precisa de muito tempo para contar o resto da sua história. Compreendo perfeitamente. Vinte anos é muito tempo. Talvez um jantar para acertar as contas da vida.

Pergunto pelos colegas. Encontro a mesma resposta. Silêncio. Há muito que não sabe de ninguém. Pois então vamos mas é reunir o pessoal num almoço. Mata-se o bichinho da saudade.
Tenho o contacto do Rui Natário que é um tipo alto e fixe para organizar um almoço lá para os lados do Entroncamento. Um lugar muito importante no meu imaginário. Quando era miúdo sonhava que era aí que se cruzavam todas as linhas de comboio do mundo. Antes de saber que em terras de Entroncamento também acontecem fenómenos estranhos. O comandante de bombeiros (nunca me passou pela cabeça ser bombeiro quando era criança) serve-se dos seus bons ofícios e contacta com toda a gente. A resposta foi imediata. Falo pela primeira vez com muitos colegas após um hiato de anos. Chovem diversas propostas.

Gisela tem uma alternativa que aponta para uma localidade chamada Chãos. Com o passar do tempo resfria-se o entusiasmo inicial. A lista encurta-se com o Verão. Como a roupa que se traja nessa época. Por causa dos calores, dizem os envergonhados. Lá bem no fundo todos suspiram pelo Verão para mostrar as pernas que durante um ano inteiro trabalharam no ginásio. Sim, ginásio, que isso de subir a rampa da Tapada de Ajuda foi chão que já deu uva e entorses. As prioridades familiares e outras razões profissionais não permitem que muitos possam estar presentes. Finalmente chega o dia desejado. O 11 de Julho do resto das nossas vidas.

A Lena Bragança oferece-me boleia. Traz com ela os filhos, o Francisco e a Margarida que conheci quando ainda era uma bebé. Margarida canta durante toda a viagem. Tem uma bela voz. Esteve até às quatro da manhã num concerto em Algés. Diz que gostou dos Blasted Mechanism que desconheço. Aliás, conheço pouco desta nova geração. Sou ainda do tempo dos Dinossauros. Gosto de Leonard Cohen que em fins de Julho está em Lisboa, provavelmente será o primeiro baladeiro a receber o Prémio Nobel de Literatura. Se resistir à voracidade do tempo e se a Academia Sueca ousar quebrar com o seu conservadorismo. O Francisco também canta, mas gosta é de futebol. Tem o cabelo rapado à militar. Anda no Colégio Militar por onde passaram os Anselmos.

Rio Maior é a cidade que fica no meio do trajecto. Se eu não conhecesse o local provavelmente iria perguntar pelo rio. Não há rio algum. Talvez a moca. Bem grande! Com que os locais esperavam os comunistas que por lá passavam a caminho da Marinha Grande. Mas isso foi noutros tempos que já lá vão. O carro sobe por umas veredas. Mesmo no topo plantaram geradores eólicos, moinhos de vento metálicos, que um dia talvez levantem voo e nos levem numa viagem sem trajectória. E por falar em trajectória foi difícil encontrar o local. Mas como quem tem boca vai a Roma, fomos informados por uma senhora com aspecto de Susan Boyle que o Centro fica por detrás dos ciprestes, Cupressus . Deixo o espaço em branco que é para não me enganar perante colegas. (Riam-se por favor! Riam-se!).

Aqui é o lugar onde deve nascer o vento. Um vento forte que arranca cabelos. Uma fantasia literária dado que não dou nada por isso. Provavelmente porque me faltam cabelos. (Riam-se por favor! Riam-se!).

Espera-nos o Natário com a Lurdes e as suas duas filhas, vestidas de igual e lindas de igual modo. Também a Gisela que nos apresenta os seus filhos, igualmente lindos. Orgulhos da mãe. A Inês que não gosta nada de ser interrompida enquanto pinta e o Miguel que me estende a mão para me cumprimentar.

Refugio-me no interior do restaurante cujas paredes de vidro me fazem lembrar o cockpit de um avião. Quase me faz perder a respiração com a paisagem que se me oferece. Espero que não aterre nunca. Detesto aterragens. Principalmente as forçadas. Acolho-me nesse lugar e não mais o largo. O empregado coloca na mesa os petiscos. Retiro pedaços de broa de milho. Sabem mesmo bem. Vão chegando os silvicultores. Aliás alguns são notáveis membros da Autoridade Nacional de Florestas. Não é todos os dias que me acontece estar com autoridades. Pelo menos desde que me afastei das lides diplomáticas. Faço por ignorar esse tempo. Hoje sou um homem livre. Sou a minha própria autoridade.

Chegam o João e a Lena. Um casal da Lousã. Ambos trabalham na COTFA. Estão de boa saúde. Regressam de férias. Lena bronzeada e o João queimado. Falam-me de livros. O João diz-me que é um leitor compulsivo. Não sei se é um comedor compulsivo. Tenho a certeza que é um falador compulsivo. Assim acontece quando fala de livros à mesa. Ao meu lado senta-se o André. Gosto do André porque me fala sempre de coração aberto. É com o coração nas mãos que fala da sua luta pessoal quando lhe nasce uma filha que não ouve. Ele que é um músico. Bons ouvidos. Tem livros escritos na Caminho sobre esse assunto. O Rui Couto é dos Açores. Um engano. Quem é dos Açores é a mulher, Patrícia. Açores terra de João Melo, o autor de Gente Feliz com Lágrimas. Espero que os açoreanos sejam felizes que de lágrimas ninguém bate a minha gente. Rui confidencia que nasceu em Moçambique. Dois filhos tenistas. Um dos quais instrutor. O outro menor que o pai deseja que triunfe no ténis. Rui espera também que o Sporting seja campeão este ano. Como benfiquista digo-lhe que são esperanças vãs. Apesar de falarem da tranquilidade falta ao Sporting um salvador. Talvez o Jesus. Que é tudo menos tranquilo. Adjectivo que caracteriza o nosso colega José Alexandre que, também sendo lampião, este ano irá repetir muitas vezes, Ai Jesus! Isso para não falar de outros nomes menos santificados que os adeptos chamam ao treinador por causa das bolas que batem no ferro ou quando os jogadores não comem a relva. Não sei qual é o sabor da relva para que os adeptos exijam aos jogadores que a comam. Sei que o José Alexandre tem paixão pela leitura. Pede que lhe recomende livros para ler nas férias. Digo-lhe que sou mau conselheiro. Normalmente leio livros que ninguém lê. Livros que encontro nos alfarrabistas. Alguns ainda têm inscritos nas margens das páginas notas que um anónimo leitor lá deixou. Muitas vezes, através dessas mesmas notas, procuro saber quem teria sido o leitor ou leitores antes de mim. Neste momento leio o romance de um escritor francês que se chama Raymond Abellio, pseudónimo do filósofo Georges Soulès. O livro chama-se Os Olhos de Ezequiel Estão Abertos. E de olhos bem abertos vejo entrar o Manuel Campagnollo e mais a sua numerosa comitiva. Conheço o Manuel desde os tempos de infância quando andava com os pais, investigadores franceses, por terras de Timor. Está um pai babado. Pai atencioso. Pai como deve ser. Falando de famílias numerosas entra o Pedro Serra com a esposa e quatro filhos. Duas são gêmeas que o pai foi buscar a Viana de Castelo para conhecer outros descendentes de silvicultores. Um longo caminho para estar no encontro. A Beatriz Fidalgo continua com o seu nariz aristocrático. Apresenta-me o seu companheiro silvicultor latino-americano. O homem tem estampa de chefe índio. Cortez não foi nada cortês com a sua gente. Calculo que seja descendente de um sobrevivente. Aliás, quem não é? Luís Reis traz a filha ao colo. Durante todo o tempo traz a filha ao colo. Não a larga. É realmente um pai a sério. A mulher Catarina foi minha aluna de tétum. Para quem não sabe, tétum é a língua timorense. Fazem um belo par. Fizeram uma bela filha. Casais é um senhor. Funcionário de Carris enquanto estudante. Não sei que meio de transporte utiliza quando se desloca ao local onde é uma autoridade. Uma camioneta da Carris não é concerteza. Os silvicultores sempre foram muito liberais. Não se agarram a tradições. Alguns até se foram libertando da silvicultura. Fazem outras coisas mas trazem sempre a selva no coração. Alguns trazem desertos e savanas. Pedras. Diz António Lobo Antunes no título de um dos seus romances Eu Hei-de Amar uma Pedra. Pois cada um ama quem quiser com tudo o que lhe vai na alma. A Teresa Nogueira é mesmo silvicultora. O nome não engana. Traz o filho Afonso e uns calções coloridos, anos sessenta. Não sei se é fã dos Beach Boys. Afonso tem um tímido sorriso que, por momentos, me faz lembrar alguém que depois de ter prometido que estaria presente no encontro, pisga-se com desculpas de bom cristão. Coisas que acontecem com os naturalistas. Alguns voltam-se para a metafísica. Outros abrem lojas de ervanária.

Os útimos a chegar são a Raquel e o Xico. Raquel continua loira, jovem e afável. Não sei se todas as loiras o são. Mas Raquel é. Os anos passados no Vietnam foram profícuos. Raquel tem uma filha que também é loira. Na mesa estão sentadas uma em frente da outra. Como num espelho. E por falar em semelhanças, o Xico tem o filho que é a imagem perfeita do pai. Retrato do silvicultor enquanto criança. Pergunto ao Xico se o filho já toca guitarra. Se herdou os genes de roqueiro. O miúdo adianta-se ao pai e responde que, por enquanto, só toca piano. Aconselho-o a mudar de instrumento. A guitarra é mais fácil de transportar. Vai para todo lado. Assim como as miúdas giras. Dou de caras com Zé Luís Fabião. Fico estático. O tipo é parecido comigo. Temos as cabeças mais brilhantes da Silvicultura. (Riam-se por favor! Riam-se!)

Acabo já esta crónica para dar um grande abraço ao Natário e a Gisela pelo empenho com que nos levaram nesta viagem ao passado. Se não apanho a boleia do Rui Couto então é que fico mesmo apeado neste lugar ermo que me faz lembrar o paraíso perdido. Sou tentado a deixar-me ficar como um monge tibetano que se esquece do tempo. Mas o presente é sempre melhor do que qualquer passado ou um promissor futuro. Apresso-me a apanhar a boleia. Em Oeiras espera-me a Ana cheia de graça e uma belíssima vista para o rio...

Bem hajam!

Luís

sábado, 18 de julho de 2009

Um blogue de florestais do ISA

Iniciado em 2007, este blogue tem vindo a registar o nome, contactos e funções de colegas formados em Engenharia Silvícola/Florestal no Instituto Superior de Agronomia:


http://florestaisisa.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Panoramica do local do encontro




e a maravilhosa paisagem...tentei montar uma panorâmica:) Lena.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Mais Fotos











Criançada





E a criançada? Quem não esteve no encontro não teve o prazer de ver algumas fotocópias de colegas. Alguns dos filhos tinham a idade que nós usávamos quando entrámos no ISA...






Foi realmente um dia com muito vento.








segunda-feira, 13 de julho de 2009

Cá estamos nós:


A foto é da Helena Fernandes.


Participantes finais

E os participantes finais foram os seguintes:


Nome, Adultos, Crianças (até 12anos)


Helena/João Fernandes, 2,0
Helena Bragança, 2,1
Raquel Lopes, 1,1
André Couto, 1,0
Luis Cardoso, 1,0
Xico Godinho, 1, 2
José Luis Fabião, 1,0
Rui Natário, 2,2
Manel Campagnolo,2,3
Teresa Nogueira,2,1
Gisela Simões,2,2
Beatriz Fidalgo,2,0
José Alexandre,1,0
Rui Sousa,2,0
Luis Reis,2,1
Pedro Serra Ramos,2,4
Manuel Monteiro Casais,1,0

TOTAL,27,16

Até que finalmente as coisas se compuseram:





Começou-se a esboçar o local do evento

Até que apareceu a Gisela, a responsável pelo sítio paradisiaco que nos albergou durante parte da manhã e a tarde do dia D, e onde nos refastelámos com a opípara refeição (ver mais adiante):



Ena tantos e tão contentes, isto promete!

Sugiro uma visita ao Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros com almoço na Gralha, caso queiram pernoitar também tem quartinhos muito decentes claro! Fátima tem aqui uma grande influência.
Falta a Beatriz cujo e-mail é
beatriz.pt e o Sande e Silva que não tenho o contacto

Quanto às datas parece-me que qualquer uma serve, no entanto o Nosso Comandante não sei se nessa altura não terá que estar um pouco mais por perto? Isto porque os combustíveis finos estarão seguramente muito secos e sem qualquer hipótese de recuperação (coitados!) através das humidades nocturnas. De qualquer das formas poderemos formar um excelente Posto de Comando com tanto florestal junto.


Beijos e abraços e “um mordo no cachaço”

E até lá

Gisela





Caríssimos tive uma melhor ideia

O encontro poderá ser em Chãos que conheço bem e tem muito boas condições para este tipo de eventos (é uma cooperativa de desenvolvimento local).

Fica no concelho de Rio Maior, por cima de Alcobertas, na Serra de Candeeiros e é uma espaço muito bonito com uma paisagem espectacular
A comida é boa, tem bons acessos, parque de estacionamento suficientemente grande para a nossa equipa e chegamos lá via A15 saída Rio Maior, depois se nos decidirmos por esta solução farei croquis

Lotação: 65 pessoas
Tem meios audiovisuais para quem quiser contar a sua vida com imagens, sim porque neste primeiro encontro ninguém irá falar de floresta, penso eu!
Custo médio 12€, podendo ser acertado em função do menu escolhido e sem bebidas brancas
Já lá comi várias coisas e também dá para vegetarianos, pois as sopas são muito boas e tem sempre acompanhamentos vários entre os quais grelos, migas (broa+feijão+couves)
O cabrito, o galo e o bacalhau são muito apreciados pelos bons garfos e pelos menos bons garfos.

Espero assim contribuir para o vosso conhecimento gastronómico deste Portugal (sempre no seu melhor)

Beijinhos e decidam-se porque a malta da Madeira tem que ir comprar o bilhete

Gisela

E as hostilidades continuaram:

Caro Jorge Minhoca

Da parte do General Noriega, patrono da cidade do Entroncamento, fico contente pela sua
assumpção de velho libidinoso. Velho é uma característica recente. Em contrapartida, libidinoso… bem. Deixa no entanto dizer-te que estás muito mais comedido: o suave e técnico termo VULVA por ti utilizado na missiva que nos ofertaste era, durante os tempos de faculdade, substituído por outro mais assertivo e não menos expressivo (que por acaso agora não me recordo…)

Vamos lá a organizar a coisa. Vamos transformar esta bandalheira de mensagens numa troca de ideias e pretensões organizada.


Enviem-me por favor, por mail, a seguinte informação:

Nome (primeiro e último):
Endereço de correio electrónico:
Endereços de correio electrónico de outros colegas (para além daqueles que já circulam actualmente):
Data preferida para o encontro (alternativas): 27 de Junho, 4 de Julho, 11 de Julho
Proposta de local de encontro:
Encontro com almoço (Sim/Não):
Nº de pessoas (adultos + crianças – até 12 anos inclusive):
Observações:

Após recepção desta informação vou começar a verificar as propostas e preferências e dar-vos-ei notícias.

Abraços.


RN

Pérola do Atlântico dá novidades

E os colegas de terras do Alberto João disseram de sua justiça:

Olá

Bom, estes emails, como diz a Paula Guimarães, são o prolongar de uma Páscoa, que espero tenha sido o mais doce para Todos.

Mas que Saudades.!!!

Bem hajas Amigo insular Luis, por esta "Lembrança" .

A sugestão do Natário é muito boa, faz-me lembrar uma tasquita que há ali para os lados da Serra de Água, que julgo ser do Vosso conhecimento - a tasca da Poncha onde nós levamos os Amigos Cubanos que estimamos muito.

Já sabem, é sempre uma alternativa.

.... e os outros colegas... ...ca deles...

Um Abraço e Beijos - nada de confusões - desde o Portugal do Atlântico (Sul)

Ferdinando Abreu




Oi pessoal...

Que saudades! A nostalgia dos anos e a saudade de outros tempos, bons tempos, expressam-se através de um brilhozinho nos olhos e do esboçar de um sorriso tipo traquino a dizer: vai, é "porreiro", reencontrar pessoas amigas, algumas que deixaram impressões mais fortes, outras menos fortes...
Gostaria de estar presente, mas no momento não posso assumir essa posição... Seria óptimo! Entretanto, vamos mantendo os contactos... A propósito, não vi o nome da Guta (Augusta) e do Zé Tavares; eu não tenho os seus contactos, mas acredito que ficariam felizes por este encontro...
Já agora, faço uma proposta um tanto atrevida, mas compreendo que é mais difícil de se concretizar: um encontro na ilha da Madeira, na pérola ou "jardim" do Atlântico... Nada de risotas!
A todos um bom fim-de-semana, com um sorriso muito especial para os colegas e amigos que acompanharam mais de perto os trilhos da minha vida nos tempos que já lá vão... Eles sabem quem são! Um abraço muito especial para vocês...

Gorete Ferro (Go, para alguns)

Até que apareceu o "assento da sanita"

A desestabilizadora, corrosiva, irreverente e agradavelmente ordinária Minhoca Maravilha entra a matar:



Cara Senhora Chefe de Gabinete,
Corja de coirões,
Caros amigos,

Só agora vejo esta troca de missivas onde combinais geriátrico conclave para serôdia sessão de queixas de artroses, vidas madrastas e lipo-aspirações mal-sucedidas. Já Apício tergiversava acerca de opiparos pitéus de vulvas de porcas e vacas e eis, portanto, que não se me afigura descabida a persistente obessão com esses orgãos que tem o nosso anfitrião, a mãe da Paula. Mesmo que o sejam sobre sobre salvífica e rústica serradura acompanhados com zurrapa de uma tasca do Entroncamento, comê-las-á ele! Uns pi-pis com as patinhas e os pescocinhos por cima, ou mesmo uns bicos de pato (ou túbaros) acompanhados de pão regional, ainda vá-que-não-vá...Vejo, não obstante, com agrado tal cimeira pois confesso ter saudades vossas e prometo tudo fazer para estar presente, assim me permita nosso senhor jesus cristo e a malvada hérnia discal que ora me apoquenta. Marcai a data, amigos, que tudo farei para, mesmo a contragosto, poder deglutir em vossa companhia as repugnantes vitualhas com que o bárbaro povo do Entroncamento e o Rui Natário lambem os beiços.

Abraços e beijos deste vosso amigo, agora sim, um declarado velho libidinoso.

JC

E os colegas foram aparecendo

Mais e mais mensagens foram aparecendo:


Olá a todos,

Belas amêndoas de Páscoa, estes mails!...
Tb tenho imensa vontade de vos rever a todos, vamos para a frente com esta iniciativa. Não tenho tido grande contacto com ninguém do nosso tempo (à excepção do Henk, e só de vez em quando) por isso não encontrei novos contactos para juntar à lista... sorry.

Bjs a todos,

Paula Guimarães



Mãe Natário!!!!!!!!
Já não sei de ti há muito tempo..... A ultima coisa que me disseram foi "a tua mãe é uma tipa importante ligada aos fogos e que manda numa data de pessoal"! Eu também gostava de mandar, mãe, mas continuo no ISA e mandar, mandar só nos meus rebentos (e mesmo assim....). Eu alinho completamente.
Julho parece-me bem com preferência para a 1ª quinzena pois estaremos a mudar de casa nessa altura. Estamos a construir um chalé, por isso o proximo encontro - desde que só seja em 2010 - pode ser lá.

Luís, um tipo importante que existe na minha estante. Costumo dizer aos rebentos "a mãe conhece esse SENHOR (!!!!!); é amigo da mãe!". Gente fina, com qualidade!!!! Também cheia de saudades!!

Pois venham lá os abraços do pessoal.
Vejo muito e tenho contactos regulares: Xixão (3 filhos), Manel (3 filhos) Vejo muito e não tenho contactos regulares: Lia Vejo pouco mas tenho algum contacto: Jorge (3 filhos) Olha lá o baracão que nós precisamos para pôr isto tudo!!!!

Beijos grandes a todos,
Paula

E a troca de ideias continuou...

Depois de algumas trocas iniciais de mensagens, já tinhamos chegado a este ponto:


Boas, colegas.

Aproveito para juntar alguns emails à lista aumentada pelo Henk: Manuel
Campagnolo, Josefa Buxo, Cristina Bastos, Paula Guimarães. E de certeza
existem outros tantos.

Luis: arranjaste a confusão, por isso vais ter de aguentar com o trabalho.

Pelo que percebi há interesse que o eventual encontro seja alargado aos
colegas e respectivas famílias. E como um encontro deste tipo não pode ser
alheio à componente gastronómica, proponho reservarmos um restaurante num
local aprazível para, durante a digestão, estendermo-nos ao sol para trocar
ideias como aquela que o Luis referiu “Não vejo esse gajo há 20 anos. Dá-me
cá um abraço!”.

Avancem com propostas. Seguem algumas sugestões:

- Constância tem alguns restaurantes agradáveis, com espaço, para além da
própria Vila que é única (é a tua zona de trabalho, Henk. O que achas?).
Poderíamos também adicionar ao encontro uma descida do Zêzere ou do Tejo, em
canoa, para verificar a capacidade física de cada um.

- Ferreira do Zêzere, junto à albufeira, numa tasca/restaurante com mesas de
madeira, sob uma cobertura de trepadeiras (será a Espécie botânica correcta,
ó Jorge Minhoca?)

- Para os lados da senhora chefe de gabinete Raquel também existem locais
aprazíveis a considerar.

Digam coisas. Vamos ver se há interesse e adesão a este projecto do Luis
Cardoso (não é todos os dias que estamos com escritores famosos e premiados).

Abraços e beijos.

RN

E tudo começou pelo início...

E tudo começou assim: o nosso escritor famoso, o Luis Cardoso, teve uma brilhante ideia.

E enviou esta mensagem de correio electrónico:

De: Luís Cardoso
Enviada: domingo, 5 de Abril de 2009 18:47
Para: rnatari

Assunto: notícias

Caro subcomandante,
espero que estejas bem. No outro dia encontrei-me com O Xico Godinho e
então falámos da possibilidade de realizarmos um encontro de Silvicultores e
Florestais ali lá para os lados de Entroncamento. Sugiro o salão dos
Bombeiros. Podías ser o organizador desse primeiro encontro. A data talvez seja lá para os meados de Julho antes de partirmos para férias. Espero bem que não haja fogo.
Um abraço.

Luís Cardoso